16 a 20 de julho de 2012
Unicamp – Campinas/SP
Com este tema, pretende-se o entrelace de diferentes linguagens, variadas formas de expressão, superfícies múltiplas que se movimentam e se tocam.
Gritos que soam em dinâmicas e criações de linguagens que leem o mundo: as postagens – cartas, telegramas, cartões postais, torpedos...; as artes – fotografia, música, literatura, teatro, dança, cinema, instalações...; as formas de vida – da infância, da loucura, da velhice, da juventude, da resistência, das relações socioculturais...; as dobras da língua portuguesa – atravessamentos subjetivos, polissêmicos, polifônicos, políticos... Potências do fragmento, da sonoridade, da imagem, da territorialidade, da temporalidade... Potências plurais e singulares, vacúolos e sem-sentidos, contracombates à homogeneização na escuta do mundo. Como gritam.
As inscrições para apresentação de trabalho e para demais categorias de participação começam no dia 21 de novembro/2011 e seguem até 14 de março de 2012.
Gostaríamos de lembrar que apenas os associados da ALB poderão apresentar trabalhos nesse COLE, por isso, convidamos os interessados a se associarem e aproveitarem as vantagens da associação.
Um abraço,
Diretoria ALB
Biênio 2011/2012
Para associar-se à ALB: http://alb.com.br/associe-se
Para saber mais sobre o 18º COLE: http://www.18cole.com.br
Este blog é um refúgio para as palavras loucas que sempre me convidam para com elas bailar
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Ausência
aparta de mim os sentidos,
desatualiza meus olhos de tua presença,
deixando apenas arquivos dos teus gestos,
mãos vazias do teu corpo,
poros sem a tua voz.
Das lembranças do pouco que tive,
e do muito que podia ter sido,
restou apenas um gosto de esperança,
nesses suplicantes versos.
Teca Santos
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Leitura em tempos de férias
"Arrumei os amores, é a primeira regra da vida - saber arquivá-los, entendê-los, contá-los, esquecê-los. Mas ninguém nos diz como se sobrevive ao murchar de um sentimento que não murcha. "
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
PÊNDULO

Teu sorriso,
rota única.
Teus olhos,faróis feiticeiros, perdição
do que antes em mim era calmaria.
Vieste
Oceano, e eu metade submersa em ti,
porque inteira, jamais.
O que fizeste comigo?
Agora, nau sem rumo, transatlântica
nesse mar que nos separa,
juntando passado e presente
da mesma história de um amor que não chegou ao cais; naufrágio...
Pêndulo, porque pleno, já não mais.
domingo, 4 de abril de 2010
LOCUS
LÓCUS
Nem Grécia,
Nem Veneza,
Nada
Savana de Áfricas
Pasárgada é utopia
Não há lugar algum nessa geografia
Só o teu corpo
Território por mim colonizado
beijos e carícias, de norte a sul
Explorado
Dentro, fora, além
Américas, Asia, Oceania
Nada
Não há lugar algum
Deita!
Põe tuas pernas entre as minhas,
Dá-me a PAZ!
(Terezinha Oliveira Santos - Teca Santos)
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